Pode ou não Pode: Trocar o turno de trabalho de forma que seja mais benéfico aos profissionais

                           Baixe o áudio Reproduzir o áudio  Pausar o áudio  Aumentar o volume  Diminuir o volume   (Qui, 10 Ago 2017 14:48:00) APRESENTADOR: Imagine trabalhar sem um horário definido, que pode ser tanto pela manhã, quanto pela tarde ou até à noite. Isso existe, e é a rotina de quem tem como regime de trabalho o turno ininterrupto de revezamento. Mas e se após tanto tempo trabalhando dessa forma a empresa mudasse o regime de turno contínuo de revezamento para turno fixo?  Foi o que ocorreu em uma metalúrgica da Bahia. Por isso, o sindicato dos trabalhadores da categoria entrou com um processo solicitando a anulação da troca de turnos. Será que a mudança de horário foi mantida? A empresa pode fazer isso? Quem conta para a gente é o repórter Adrian Alencar. REPÓRTER: A Primeira Turma do TST aceitou a alteração do regime de trabalho de turnos ininterruptos de revezamento para turnos fixos implementada pela Metalúrgica Novelis do Brasil. Para a Turma, além de a empresa ter o poder diretivo de alterar os horários, a mudança foi mais benéfica aos empregados por preservar a saúde física e mental. Segundo o relator do caso, ministro Walmir Oliveira da Costa, o Supremo Tribunal Federal, assim como o TST, admitem que o trabalho em turnos ininterruptos é prejudicial à rotina biológica e familiar do empregado, reforçando a convicção de que o regime fixo é mais vantajoso ao bem-estar do trabalhador.  APRESENTADOR: Ou seja, trocar o turno de trabalho de forma que seja mais benéfico aos profissionais faz parte do poder diretivo do empregador e…  “Pode!” Roteiro: Adrian Alencar Apresentador: João Cláudio Silveira   O programa Trabalho e Justiça vai ao ar na Rádio Justiça de segunda a sexta, às 10h50.   Trabalho e Justiça  Rádio Justiça – Brasília – 104,7 FM Esta matéria tem caráter informativo, sem cunho oficial. Permitida a reprodução mediante citação da fonte. Coordenadoria de Rádio e TV Tribunal Superior do Trabalho Tel. (61) 3043-4264 crtv@tst.jus.br
Fonte: TST

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